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Mensagens

Era uma vez o borreguinho!

Hoje vim ao Hospital. Não será todos os dias. Mas hoje foi.

Despedidas?

Despedidas. Termo magnífico. Ou maléfico. Não sei muito bem como lidar com isso. Nem sei se isso se aprende. Há agradecimentos sinceros que faço, com o coração. Há pensamentos sinceros que tenho, com o coração. Todos os outros, serão absorvidos, pelo tempo, pelas pessoas, pelo futuro. Estou certa que a sinceridade fica sempre. E isso também agradeço. Não consigo escrever mais agora.

Santo Deus, está quase!

Ouvir
É o querer amar e não ter espaço. O querer partilhar e escolher mais do mesmo, que, não funcionando, é o pouco que se tem. É o medinho. Medinho odioso de deixar pa trás o que não funciona. Saber que o que se teve não funcionou e o que se tem não é 100% deveria ser suficiente pa "let go". "It's ok to let go". Não há problema. Não criticarão por deixar pa trás. Criticamo-nos mais nós a nós, cá dentro, por nos contentarmos com a mediocridade. Não há problema em deixar para trás. A acentuação está no modo como é feito. Hoje e sempre. E se nos insurgíssemos contra a mediocridade das nossas vidas e não chorássemos a perda do trambolho? Como o caracol, que viaja e viaja e viaja sem sentir falta, destemido, lentamente continua a sua viagem. Não nos contentemos com a mediocridade da paragem e da espera. Por favor. O vazio é só uma ilusao.

Vazio

As coisas em nosso redor nem sempre são simples. Nem sempre no nosso âmago conseguimos decretar, qual GPS orientadíssimo segundo os melhores e mais bons satélites, o que desejamos viver agora, como o desejamos e para onde queremos que nos guie.