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Carapaus à espanhola. Ou então não quero nada.

Meu bom Deus. Não é que isto de estar feliz seja mau, mas não é óptimo. Não é. Óptimo é eu não chorar a rir. Ou não chorar de emoção. Ou então, já agora, dormir, acordar e estudar sem ser com ajuda de chá preto. Qualquer dia desfaço-me. O que vale é que o Fevereiro está quase a acabar. E com ele a época de exames com sabor a glória e a força de vontade e a motivação. Bom, eu sou eu. E tenho força de ser feliz. E levo todos os que tiverem prazer comigo. Isto podia ser teoria, ou um plano. Mas é o que tenho estado a fazer, nos últimos 3 meses. Haja Deus.

Morrer NÃO!

Não é que eu sinta que vá morrer eminentemente, mas tanto tanto tanto cansaço físico quase que me repete sem cessar que NÃO VALE A PENA !

The Reader (2008)

"Does anyone stays long enough to find out what the hell goes on your head?..." "You! Kid! Up! It's all right... [abraço]" "- Hello ? - Yes... - I brought you these flowers... to say thank you... - Put them over there, on the sink!" E nos dias seguintes ele volta. Toma banho em casa dela, porque se sujou com o carvão dela. E ela, com o dobro da sua idade, espera-o à saída, numa nudez planeada e cheia de sabor para ambos. Seguem-se as cenas de erotismo místico. E depois as cenas de desespero, de impulsos e do calar o que se viveu. Segue-se a vergonha. E a morte. Acima de tudo a morte de um sonho, que ganha vida quando é contado. Porque o que viveram foi subtilmente grandioso, em ambos, embora se esperasse e se quisesse tanto mais... Para mim, é um filme sobre a tentação. Um filme sobre o desespero. Um filme sobre a sinceridade e a confiança. Um filme a propósito do coração que vê no outro para além daquilo que os olhos vêem. Para mim, é um filme assente...

Kiss me! Defy me! Try me!

So when the fight is over, And the storm is through, Now will you pick another? What will you get into? So you stand in the corner, With those boxing gloves on you, You’re old, scared and lonely, Yeah we’ve all been there too… uh uh We’ve been all there too… Kiss me, oh kiss me, If that can make it right. Try me, find me, Just throw them on me… Those failed expectations… Floods and afflictions you’re through. Cause I just might, take them home with me. And the cracks in the pavement, Yeah we’ve all fell there before, And bones built into skeleton, We’ve all been through that door. Kiss me, oh kiss me, If that can make it right. Try me, find me, Just throw them on me… Those failed expectations… Floods and afflictions you’re through. Cause I just might… Kiss me, oh kiss me, Will that make things right ? Try me, find me, Just throw them on me… Those failed expectations… Floods and afflictions you’re through. Cause I just might… I just might, take you home. Kiss me, kiss me, We’ve all been...
Teremos o direito de estar felizes quando outras pessoas sofrem? O sopro de Deus em nós é alegria profunda. Quando estamos felizes, estamos em harmonia com Deus. Mas, quando há outras pessoas a sofrer, a nossa felicidade não está em sintonia com o seu sofrimento. É por isso que o apóstolo Paulo escreve: sim, «alegrai-vos com os que se alegram», mas também «chorai com os que choram» (Romanos 12,15). Nós fomos feitos para a alegria. Mas, quando confrontados com o sofrimento dos outros, é com o choro que somos verdadeiros. A alegria pode magoar aqueles que dela são excluídos. A satisfação de alguém que teve sucesso magoa aqueles que falharam... http://www.taize.fr/pt_article8168.html