Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

Pensar em ti traz-me paz. O que é insólito.

Que desça sobre nós.

"Àquele que tem, dar-se-á. Àquele que não tem, até aquilo que julga ter ser-lhe-á tirado." A graça desça sobre nós. O Pai desça sobre nós. A luz que nos ilumina que desça sobre nós. Sobre nós que o conhecemos. Sobre nós que o procuramos. Sobre nós que o imaginamos. Sobre nós que não sabemos. E que não procuramos. Mas que, por Ele, ansiamos. A profunda ânsia do encontro. Fechar os olhos e "estar-se", na certeza, na paixão, na confiança, no amor. Como era no princípio, agora e sempre, Ámen.

Ser fiel a quem não se conhece

E sim, fico triste. Outros tratam-me com o mesmo respeito com que eu me trato. E é assim a vida. E há algumas coisas que sei que não vão ser mais como eram. E essa é uma delas. Quando assumimos um compromisso, fixamo-nos nele. Na minha cabeça não há traições, não há deslizes ou atracções com grande química. Sou fiel, até a quem não conheço. Mesmo que tu não o sejas.
Eu gosto de andar, caminhar, sozinha. Escolher os passos, sozinha, na oração. Compreender o fundamento mais profundo e mais natural ao meu modo de ser. Aquelas coisas que nem só pelo pensamento se chega lá. E procuro-Te para isso. Procuro a Deus para isso. Acalmo os passos, acalmo o andar, os pensamentos, a falsa urgência do falso trabalho, a falsa pressão da falsa necessidade e compreendo-me. No mundo onde a minha alma existe, aquele mundo para onde o meu meu corpo não está a chegar, a saciedade, a paz, a alegria vem com outra urgência. E com outra compreensão. Aquilo que é útil tem outra cara e outro corpo. Aquilo que é útil não se esconde com intenções, com planinhos que não se pode contar. No mundo da minha alma, a sinceridade, a verdade, o não-secretismo existem acima de tudo o mais. Qualquer outro objectivo que os esconda é menos-objectivo e menos-válido e menos-necessário. Qualquer sítio onde o meu corpo queira chegar e para o qual use disso não lhe faz proveito. Um bocadinho co...

Aceitar o contributo dos outros

Como um festim, sozinha, à mesa. Aceitar o contributo dos outros para o meu festim, mesmo que medíocre ou irregular. Não me sentir sozinha é aceitar. Não me sentir sozinha é não exigir o impensável. Simples como a pomba, astuta como a raposa. E tenho o direito ao choro, às lágrimas. E a depender dos abraços. Sou humana, sou sensível. A minha verdade é também pelo sentimento. E a tua verdade? É a tua verdade que falta ao meu festim. A tua verdade podre, medíocre e sem sentimento. Mas... os festins são actos sociais. Para quê ter o melhor do meu mundo, da minha vida, a pensar em ti , se a tua verdade não existe?