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Mato-me aos poucos? Ou escolho ver-vos a morrerem?

É obvio que ele tem razão. É óbvio que isto não faz sentido, que isto não é o melhor para mim. MAS É EXACTAMENTE ISTO QUE EU QUERO FAZER. Não há aqui limites exteriores. Não há vozes de aconselhamento ou maneiras de olhar para isto. Não quero ouvir exteriores quando tenho a minha vontade. Estão a gozar comigo, é isso? É óbvio que sou vista como feroz e como furiosa. É óbvio que sou uma revoltada da vida. É óbvio que não acredito em mim nem naquilo que faço ou naquilo que quero fazer. Só pela agressividade, pela força consigo impor-me. Consigo fazer valer a imagem real de mim na realidade. Fico enojada desta realidade em que fingem que ainda vivem, em que fingem que eu ainda vivo. Fico enojada de tudo isto. Mato-me aos poucos? Ou escolho ver-vos a morrerem?

Blind dates - ou encontros cegos.

Encontros cegos. Num canto, numa escada. Finitos no tempo. 10 min para provares o que vales, para mostrares quem és e como és e o que queres. E quando temos uma vida que não queremos? E quando aquilo que somos é mais próximo daquilo que não queremos ser do que aquilo que, efetivamente sonhamos ser? Escolhe rápido. Escolhe falar, brincar e ser. Ou como és no dia-a-dia. Ou como és intimamente. Concretiza-te. Sê quem queres ser. Decide. Aqui não há duas oportunidades, aqui não há conciliação entre os mundos. Ou rompes com a imagem que projetas à luz do dia, ou não chegas a viver aquilo que queres e aquilo que sonhas. Escolhe. Ousa ser feliz. Ousa sonhar e viver em liberdade. Sem culpas, sem remorsos.

Que nunca ninguém diga a outro que não é capaz!

"Que nunca ninguém diga a outro que não é capaz. Que nunca diga o que pode ou não pode fazer, do que é ou não é capaz. Ninguém sabe o que vai dentro das paredes, ninguém sabe o que corre nas artérias, a que velocidade, com que fúria, com que dor. Ninguém sabe nada senão de si mesmo, e muito bom é quando se sabe de si mesmo, quanto mais pensar saber dos outros. Impor limites ao seu semelhante é est ender-lhe dores e frustrações próprias, é projectar nos outros os nossos próprios receios, é achar que se eu não consigo, se eu tenho este problema, então também tu, por muito que queiras, os terás. Se eu não sou capaz, tu também não. Se a mim custa, a ti custará mil. Tristes profecias. Todas de desgraça. A experiência não é transmissível. Sabe quem vive. Sabe de si. A experiência dos outros é outra vida. Não é a nossa."

Partilhar a energia íntima?

''Prestem atenção a quem você compartilha sua energia íntima. A intimidade, a este nível, entrelaça sua energia com a energia da outra pessoa. Essas conexões poderosas, independentemente de quão insignificante você acha que elas sejam, deixam detritos espirituais, particularmente nas pessoas que não praticam qualquer tipo de limpeza física, emocional ou de outra forma... Quanto mais você interagi r intimamente com alguém, mais profunda será sua ligação e mais suas auras se entrelaçarão. Imagine a aura confusa de alguém que dorme com várias pessoas e absorve estas múltiplas energias? O que elas podem não perceber é que há energias que conseguem repelir a energia positiva e atrair, assim, energia negativa em sua vida. Eu sempre digo, nunca dormir com alguém que você não gostaria de ser." Lisa Patterson

E eis que a vida mudou.

E eis que a vida mudou. Adaptar-me. E aceitar. E evoluir. E eis que a vida mudou.

Acelerar a Vida

Bebi muito café. Tive uma tarde motivante ou de angústia. Sinto a divisão, a fractura íntima e interna. Reconheço o que sinto. É vergonha. É medo. De quem quis chegar-se à frente e agora não sabe o que fazer com o pacote que requisitou entre mãos.

Direccionar a Energia da vida

Somos humanos, finitos e limitados por natureza. Indiscutível. Se queremos ir longe, para além de tentarmos fazer de tudo o nosso Tudo, é essencial que saibamos poupar-nos e descansar e investir no essencial. Conseguir tomar o tempo para olhar de longe para um projecto. Conseguir perceber que não conseguimos tudo. Conseguir poupar-se começa a ser, aos meus olhos, sinal de maturidade e de sabedoria. O tempo, o corpo, o prazer de viver, precisa de poupança da energia da vida. E precisa de cuidados. E assim corre a vida, a tomar decisões, uma de cada vez.