Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

...se eu escrevesse para alguém...

eu sou paranóide ao contrario - medo de ser enganada, de me contarem mentiras - ahahhaa :) acordo sobressaltada a pensar em ti. que eu tenha acreditado em ti e nao seja verdade. obrigada, se dizes que é verdade, eu acredito. eu gostei tanto de falar contigo. tenho pena que tenhas ficado triste e com medo por eu falar tanto contigo nas redes sociais. mas vejo um site e fico com vontade de saber a tua opinião, saber o que pensas tu e saber como pensam as pessoas no teu país (confio em ti e que pensas diferente delas, mas que consegues explicar). fico com pena que não queiras e que não comentes os sites ou falar de ideias tuas. http://ed.ted.com/lessons/how-to-understand-power-eric-liu tenho amanhã a sessão clínica importante. estou muito nervosa. apetece-me chorar. acho que não está boa para ser apresentada, mas não tenho vontade ou força para fazer mais. Bactéria CRE

Farão espaço para mim?

Respeitei-te, amparei-te, fiz tudo o que pude para te soltar a viveres a tua vida. E, agora, não há espaço para mim. Não há nunca espaço para mim. A quem eu amo, é a quem me dá espaço para existir. Não ofereço alternativa. Ou me deixam existir, ou não existem para mim.

Egocentrismo em espelho

Quando penso em mim e numa espécie de egocentrismo, não o sinto como sinal de pouca entrega aos outros. É uma forma de tomar o tempo para pensar em mim, preocupar-me comigo. Acreditar que estou equilibrada e à altura de qualquer outra coisa que o exterior possa precisar. Pensar em mim e falar de mim, reiteradamente. Preciso de saber e sentir que estou adequada às necessidades do exterior. Sinto a dúvida. Se procurar viver à imagem de Deus, eu existo para servir e reverenciar, e ser sinal de mais vida. Não posso existir centrada em mim própria e apenas para viver-me a mim própria. Mas ouso pensar em mim. E sei que procuro os outros e que, não raras vezes, espelho neles alguns afogamentos emocionais meus. É um defeito e um traço de feitio. Respeito-me assim, sei que durante muito deste tempo em que mentalmente estava destruída era necessário falar de mim aos outros e procurar sentir as suas opiniões. Saber quem eu era, nas atitudes concretas. E agora? Agora que me sinto ...

Balanço de Vida

Ciclicamente, em cada ano de vida, repouso a cabeça nos braços e fico a sentir. De vez em quando, permito-me ter tempo para sentir e lembrar conscientemente a realidade que passou, momentos soltos e importantes da vida recente, ainda não completamente compreendidos. Sentar-me e sentir é um balanço essencial para dar de caras com a realidade que ficou. Depois do brilho, depois da explosão de luz, depois da intensidade, vem o tempo de pousio. Vem o tempo de perceber o que foi para ficar. Fecho os olhos, fecho o tempo e deixo-me ficar. Sentar-me e sentir.

Peço desculpa pela pobreza do meu contributo.

Eu quero chorar. Apenas porque sim. Estou vazia e drenada. Cansada. Dormi pouco ou nada. Superficial. Acordei muitas vezes, pelo peso e pela responsabilidade de concretizar aquilo que consegui concretizar. Sou fiel à responsabilidade que criei, à imagem de mim que espelhei para o exterior. Jesus Cristo, Sinto que te perdi. Sinto que já não sei (ou já não quero) sentir o teu apoio. Já não bebo, já não tenho. De alguma forma queixar-me ajuda-me. Protege-me de ter que me colocar a caminho (nas tarefas profissionais). E desço à realidade. Não pensei nada. Não rezei nada. Não escrevi nada de trabalho. Amanhã é dia de apresentar esta doença aos meus pares, dia de ensinar aos meus pares e é pobre aquilo que já está digno de ser mostrado.  Não sou quem acreditei ser. Não sou quem mostrei ser. Há a expectativa do mundo e há a pobreza daquilo que planeio conseguir. Lamento. Peço desculpa pela pobreza do meu contributo.

Finding your Flow: 21 dias de Meditações

Finding your Flow: 21 dias de Meditações Day 1 - Who am I? - I am my deepest desire Day 2 - Empowered me - I am a powerful creator Day 3 - confident me - abundance flows easily and freely to me Day 4 - conscious me - abundance surrounds me Day 5 - abundant me - i choose abundance Day 6 - resilient me - a gift resides in every moment Day 7 - fearless me - i am free Day 8 - what do I want? - my heart knows the answer Day 9 - focused me - i am focused upon what I want Day 10 - passionate me - now is my time Day 11 - intentional me - i create my reality Day 12 - inspired me - i am inspired. i am unstoppable. Day 13 - faithful me - I believe. I trust. I let go. Day 14 - Grateful me - gratitude is my prayer. Day 15 - How can I serve? - serving others serves me Day 16 - Uniquely me - bliss is my guide Day 17 - Inspirational me - I embrace the teacher within Day 18 - Creative me - I play. I creat. I succeed. Day 19 - blissful me - jow is my highest purp...

Julgamento público, não procurar exigir mais

Tenho pena. Tenho pena que levem tão a peito e tão a mal aquilo que digo. Terei eu ar de maquiavel? Prepotente e soberbo? Manifesto a minha opinião, com sinceridade, procurando o melhor possível para aqueles com quem estou. Quero melhorar o que há. Ouço que não devo mexer naquilo que está, para não complicar. Dizem-me que não me devo meter naquele assunto. Sinto que sentem intromissão, crítica abusiva àquilo que foi construído, irritação pela minha insistência e por defender aquilo que vejo e que é formalmente o mais correcto. Angustiam-me por me fazerem parecer desadequada, quando a minha intenção é melhorar o sistema criado e defender-nos de eventos adversos que venham a existir. Mas descrever a minha intenção pouco importa. Porque a realidade que existe, exterior a mim, vista através dos olhos dos outros, é aquela que conta na vida. Sinto e penso e existo, em consciência, mas a vida interior só a mim e à minha consciência importa - ainda que seja rica de sentimento e de boa-...