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Chanson. D'amours.

As-tu déjà aimé pour la beauté du geste? As-tu déjà croqué la pomme à pleine dent? Pour la saveur du fruit sa douceur et son zeste T'es tu perdu souvent? Oui, j'ai déjà aimé pour la beauté du geste mais la pomme était dure. Je m'y suis cassé les dents. Ces passions immatures, ces amours indigestes m'ont écoeuré souvent Les amours qui durent font des amants exsangues, et leurs baisers trop mûrs nous pourrissent la langue Les amour passagères ont des futiles fièvres, et leur baiser trop verts nous écorchent les lèvres Car a vouloir s'aimer pour la beauté du geste, le ver dans la pomme nous glisse entre les dents. Il nous ronge le coeur, le cerveau et le reste, nous vide lentement Mais lorsqu'on ose s'aimer pour la beauté du geste, ce ver dans la pomme qui glisse entre les dents, nous embaume le coeur, le cerveau et nous laisse son parfum au dedans Les amours passagères...

Senhor, pah! Ajuda-me.

Senhor, pah! Ajuda-me. Ajuda-me a pedir-Te ajuda e a crer que virá. Desesperança. Considerar que não há hipótese ou forças concretas para esta tarefa profissional. Meu Deus, Ajuda-me a querer-Te.

Pedir

Pedir. Pedir a Deus. Acredito? Ouso? Tenho coragem? Posso ousar achar que sei, que sinto o que é pertinente? Na graça de Deus. Tatear o caminho não é a mesma coisa do que repousar com Ele. Não é a mesma coisa. Conhecê-lo, recordar a sua Presença em mim. Fiz memória do bom? Se calhar não me dediquei muito a isso. Vivo sempre na confiança que Ele não me abandona, que "quando eu precisar", estará presente. Paradigma da auto-suficiência. Já sei que não tenho "coragem de ir mais a fundo" na minha confiança na oração. Já sei. Saber com a mente, não é saborear. Paradoxo: posso ousar agradecer não ter este hábito, esta vontade, este "à-vontade", esta confiança (que a oração contemplativa, meditativa, de saborear a Presença e os seus meandros) do trespassar o superficial da oração, mas ainda assim ter a outra confiança (que tenho sido abençoada com a Sua Presença, sempre que a Ele me entrego e confio). Acredito, sinto e fiz memóri...

Se asas houvesse.

Se o vento me levasse, como se pétala eu fosse, não seria a sombra na fotografia.  Se meu vento como pétala me abraçasse, na foto, na sombra, no chão duro e real, ver-se-iam minhas asas e não meus ombros. Os ombros que pesam, os ombros que cansam, os ombros que caem.  As asas! As asas trariam o leve, o voar, o adeus ao chão.  Tudo o que não tenho traria toda uma realidade que não sou.  Sou-me. Sentada. Sem vento e sem asas. Real, no chão, na relva, no cansaço.  Se asas houvesse, ao vento disponíveis, a vida não seria tangível e eu não seria eu.

...se eu escrevesse para alguém...

eu sou paranóide ao contrario - medo de ser enganada, de me contarem mentiras - ahahhaa :) acordo sobressaltada a pensar em ti. que eu tenha acreditado em ti e nao seja verdade. obrigada, se dizes que é verdade, eu acredito. eu gostei tanto de falar contigo. tenho pena que tenhas ficado triste e com medo por eu falar tanto contigo nas redes sociais. mas vejo um site e fico com vontade de saber a tua opinião, saber o que pensas tu e saber como pensam as pessoas no teu país (confio em ti e que pensas diferente delas, mas que consegues explicar). fico com pena que não queiras e que não comentes os sites ou falar de ideias tuas. http://ed.ted.com/lessons/how-to-understand-power-eric-liu tenho amanhã a sessão clínica importante. estou muito nervosa. apetece-me chorar. acho que não está boa para ser apresentada, mas não tenho vontade ou força para fazer mais. Bactéria CRE

Farão espaço para mim?

Respeitei-te, amparei-te, fiz tudo o que pude para te soltar a viveres a tua vida. E, agora, não há espaço para mim. Não há nunca espaço para mim. A quem eu amo, é a quem me dá espaço para existir. Não ofereço alternativa. Ou me deixam existir, ou não existem para mim.

Egocentrismo em espelho

Quando penso em mim e numa espécie de egocentrismo, não o sinto como sinal de pouca entrega aos outros. É uma forma de tomar o tempo para pensar em mim, preocupar-me comigo. Acreditar que estou equilibrada e à altura de qualquer outra coisa que o exterior possa precisar. Pensar em mim e falar de mim, reiteradamente. Preciso de saber e sentir que estou adequada às necessidades do exterior. Sinto a dúvida. Se procurar viver à imagem de Deus, eu existo para servir e reverenciar, e ser sinal de mais vida. Não posso existir centrada em mim própria e apenas para viver-me a mim própria. Mas ouso pensar em mim. E sei que procuro os outros e que, não raras vezes, espelho neles alguns afogamentos emocionais meus. É um defeito e um traço de feitio. Respeito-me assim, sei que durante muito deste tempo em que mentalmente estava destruída era necessário falar de mim aos outros e procurar sentir as suas opiniões. Saber quem eu era, nas atitudes concretas. E agora? Agora que me sinto ...