
Como um festim, sozinha, à mesa.
Aceitar o contributo dos outros para o meu festim, mesmo que medíocre ou irregular.
Não me sentir sozinha é aceitar. Não me sentir sozinha é não exigir o impensável.
Simples como a pomba, astuta como a raposa.
E tenho o direito ao choro, às lágrimas. E a depender dos abraços. Sou humana, sou sensível.
A minha verdade é também pelo sentimento.
E a tua verdade?
É a tua verdade que falta ao meu festim.
A tua verdade podre, medíocre e sem sentimento. Mas... os festins são actos sociais. Para quê ter o melhor do meu mundo, da minha vida, a pensar em ti, se a tua verdade não existe?
saudades...
ResponderEliminarmuitas!!!